犬夜叉

(Inu-Yasha e seus personagens não me pertencem. Todos os direitos reservados.)

O Amor não é cego

1 – Circunstâncias

Uma família muito feliz voltava para casa numa noite de inverno, estavam vindo de uma festa muito animada, aniversário de uma sobrinha do casal.

No banco de trás do carro, uma pequena garotinha olhava as árvores passando na rua muito desinteressada, ela queria mesmo era chegar logo em casa, para dormir, pois tinha brincado muito e estava cansada. Em seu pensamento infantil, estava preocupada com seu pequeno ursinho de pelúcia, o qual estava pendurado no varal da área, pois tinha o lavado mais cedo.

Os pais da garotinha estavam conversando distraidamente, e às vezes cantava uma música, e chamavam Rin para cantar junto, mas ela não estava entusiasmada com tudo aquilo, só queria descansar...

- Rin minha querida, porque esta tão quieta?

- Mamãe, eu estou preocupada com o meu urso, eu acho que ele deve estar com frio...

- Ele esta bem minha querida, olha, estamos quase chegando. – A mãe olhou para trás muito sorridente e o pai olhou pelo retrovisor para filha, que estava encolhida no banco traseiro do carro.

Logo uma outra canção começou a ser cantada dentro do carro, e Rin, como gostava muito dessa também resolveu acompanhar ficando apoiada entre os dois bancos do carro, às vezes se balançando de um lado para o outro para acompanhar o ritmo.

De repente, um carro, o qual o motorista estava completamente embriagado surge na estrada, que estava muito escorregadia por causa da neve que caiu de manha.

Quase rodopiando na estrada o carro vinha desordenadamente.

Ao ver, o pai de Rin começou a frear bruscamente, mas os pneus não obedeceram, e como o outro carro estava em alta velocidade não deu tempo de desviar e os dois se chocaram, fazendo com que um terrível acidente acontecesse.

Algum tempo depois os bombeiros e as ambulâncias chegaram.

- O motorista deste aqui ta totalmente embriagado, ele deve ter sido o causador do acidente...

- Rápido, temos que socorrer a família. – chamou os outros médicos, na esperança de que estes estivessem não muito machucados.

Mas a cena era muito triste. As ferragens contorcidas do carro pareciam ter aprisionado os corpos de tal maneira, que era impossível tirá-los. Os ferimentos das vítimas que estavam naquele veículo eram fatais. Em uma das janelas do carro um dos bombeiros, com a ajuda de um dos medico conseguiu tirar a documentação do veículo, para que aquelas pessoas pudessem ser identificadas, isso não ajudou muito pois apenas o homem fora identificado, e em meio os documentos não tinha nenhum telefone de contato.

Os corpos teriam que ser tirados das ferragens, e o trabalho dos bombeiros e médicos que estavam no local começaram. As ferragens estavam muito juntas, mas no banco de trás do carro, um dos médicos viu um pequeno pé e esperançoso o tocou. Para surpresa ainda estava quente, e um resgate começou a ser feito para salvar a criança que aparentemente estava viva.

Após algumas horas de trabalho finalmente os bombeiros conseguiram tirar o corpo da mulher do carro, e com os pedaços que sobrou do seu corpo eles trouxeram a sua bolsa.

Encontraram finalmente um número de telefone que estava anotado em um pequeno pedaço de papel.

Continua...


N/A: Olá para todos...

Eu sei que o capítulo foi bem pequeno, desculpem! o/

Esta fic não será muito longa, vão ser poucos capítulos e pequenos. Não é o tipo de coisa que gosto de fazer, gosto de fazer fics grandes, com capítulos longos, mas essa... bem...

Eu terminei ela no dia 21 do mês de janeiro de 2007, sendo que eu havia começado a escrever no meado do ano passado, antes de escrever Crime Passional, a qual me fez desprender-me a atenção de todas as minhas outras fics que estava fazendo.

Espero que não me matem por esse capítulo ser minúsculo u.u/ acho eu na época eu estava sem inspiração...

Bem... é isso.

Beijinhos para todos...