GIGOLÔ
Título: Gigoló
Autora: Nit
Original: www(ponto)slasheaven(ponto)com(barra)viewstory(ponto)php?sid(igual)2027
Tradutora: Allexa Black
Beta Tradução: Miyu Amamyia
Resumo: Harry já é professor em Hogwarts, mas é penalizado por um incidente com Snape. Terá que fazer uma tarefa para emendar seu erro.
Parejas: Harry/Severus
Advertências: Este fic contém slash. Se não gostam das relações homem/homem, busquem outra coisa para ler.
Disclaimer: Os personagens e o universo de Harry Potter são propriedade de J.K. Rowling, Scholastic & Editoras Associadas e Warner Brothers. Esta fanfic não possui fins lucrativos.
BOA LEITURA!!
oOoOoOoOoOoOoOoOoOoOoOoOoOoOoOoOoOoOoOoOoOoOoOoOoOoOoOoOoOoOoOoOoOoOoOoOoOoOo
Você
Harry entrou no escritório de Dumbledore de má vontade. Queria fugir o mais longe possível desse lugar, desse homem que atormentava seu coração.
- Sente-se Harry – o diretor se sentou diante dele e Lupin a seu lado. – Bem, vai me explicar o que aconteceu?
- Isso é assunto meu – o jovem estava muito furioso para dar uma explicação.
- Vamos, o que aconteceu com Severus? Por que é por ele, verdade? – o rapaz o olhou com fúria e tristeza.
- Sim.
- O que aconteceu? – o diretor estava morto de curiosidade, ao igual que o lobisomem.
- Tenho que dizer, não? Enquanto não contar vocês não me deixarão ir – os dois fizeram um gesto afirmativo. – Está bem... – suspiro profundamente, recolhendo forças, para poder contar sem derrubar-se com o ocorrido. – Bem como sabem ontem foi meu último encontro.
- Sim, mas... o que tem a ver com Severus?
- Vamos Remus, sabe perfeitamente, bom, melhor dito, sabem perfeitamente – não disseram nada, pelo que continuou. Melhor dizer o quanto antes. – Em todos os encontros eu consegui não dormir com ninguém. A verdade é que em algumas ocasiões custou muito.
- Está me dizendo que dormiu com Severus?
- Remus, vai me deixar contar?
- Sim... desculpe.
- Foi muito estranho. Snape me deu umas instruções que segui ao pé da letra. Era estranha a sensação que tinha. Sabia, bom... suspeitava que conhecia aquele homem, o que estava no quarto. Me sentia muito bem com ele, protegido, querido...
- Excitado?
- Remus!
- Está bem me calo – Dumbledore fazia esforços para não rir. – Siga.
- Pois... dançamos... e, bom... pois dormi com ele.
- Mas sabia que era Severus, não? – disse o diretor.
- Saber... saber... o que se diz saber... pois não. Suspeitava.
- Como que não sabia, teve que ver sua cara.
- Uuujjj – tossiu – é que estava escuro e colocou em mim uma venda.
- Oouuuuuu – Harry o olhou furioso, pelo qual o homem lobo se calou.
- Mas pode tocá-lo e descobrir que era ele não?
- Eehh... isto... não – os dois adultos o olharam buscando uma resposta. – Prendeu minhas mãos a cabeceira da cama – disse completamente vermelho e com o olhar fixo no chão.
- Harry jamais teria imaginado que gostasse disso. É toda uma caixinha de surpresas. Tem que me dizer como foi, com detalhes. Foi excitante, verdade? Me encantaria fazê-lo.
- Remus!! – o garoto estava a ponto de saltar em cima dele e dar-lhe um soco.
- Homem, Harry, a verdade é que é muito excitante, estou colocando-me mau só de pensar. – Tanto o garoto como o lobisomem ficando abobados. – Um caramelo de limão? – perguntou para mudar de tema. Os dois negaram com a cabeça. – Bom, a que íamos. Quer ir embora porque dormiu com Severus?
- Não, não pode ser isso, Harry leva uma eternidade querendo isso.
- Pode se calar um pouco? – ameaçou a seu amigo. – Não, não é por isso. É que... quando ia conversar com ele. Me encontrei com Lucius Malfoy e... – toda a atenção estava posta nele – e... me disse que foi ele que dormiu comigo.
- Como?? Isso é impossível. Não acredita nele, né?
- Sim, Remus. Me disse detalhes que só quem esteve comigo poderia saber. Ademais não se lembra que eles me apostaram? – seus olhos estavam brilhantes, as lágrimas lutavam para sair.
- E por que está zangado com Severus, se foi Malfoy? – perguntou Lupin.
- Que por que? Foi ele que planejou tudo. Só quer burlar-se de mim. Fez e fará isso por toda a vida.
- Não acho que tenha feito isso – disse duramente o diretor.
- Ah não? E como está tão seguro? – as lágrimas começaram a sair.
- Isso deverá falar com ele.
- Isso sim que não. Albus, não pode me obrigar a isso.
- Enquanto não esclarecer as coisas os dois, não vou deixar que você vá embora – quis protestar mas não pode. – Se quando tenham conversado, quiser ir está em todo seu direito. Agora, pode ir e deixar seu baú no quarto – Harry sentia um nó na garganta, lhe custava respirar. Teria que conversar com ele? Não sabia se poderia enfrentá-lo. – Quando saia, diga a Severus que entre.
Olhou para os dois homens. "São uns bodes. Sempre tem que complicar as coisas. Sobretudo você Albus." Pensou.
Saiu do escritório. Ao abrir a porta viu a Snape. Estava diante dele, com os braços cruzados e o olhar fixo em seus olhos. Um calafrio recorreu cada parte de sua pele. Por muito que quisesse odiá-lo não podia. O amava muito, temia fraquejar por qualquer palavra carinhosa.
Severus se aproximou com passo lento, mas firme. Harry afastou o olhar e caminhou tentando evitá-lo. Quando ambos estavam à mesma altura, disse sem olhá-lo.
- Albus quer vê-lo – deu um novo passo. Notou como uma mão se fechava ao redor de seu braço. Girou-se e seus olhos se posaram nos negros de Snape.
- Potter, temos que conversar. As coisas não são como você pensa.
- Não, com certeza serão pior. Conhecendo como você tem a mente retorcida não me surpreenderia nada.
- Você está muito equivocado.
- Só me responda uma coisa. – o professor de poções prestou toda a atenção que pode. – Merecia a pena o prêmio da aposta? Não gostaria de saber que me apostaram por uma merda – Snape não respondeu. Aquela pergunta o pegou de surpresa. – Estão esperando-o.
- Sim, valia a pena, porque o prêmio era... – não pode acabar a frase.
- Nem lhe ocorra me dizer! Não tem a menor idéia do dano que me faz, verdade?!
- Mas...
- CALE-SE!! – saiu correndo. Não queria escutar a Snape.
Subiu até seu quarto. Jogou-se sobre a cama e começou a chorar descontroladamente. Não entendia como podia ter passado da esperança e ilusão a tristeza e angústia. Tudo mudou em alguns minutos. Em sua cabeça se repetiam várias cenas, vários momentos de sua vida. Lembrava os momentos com Snape, aquela noite apaixonada, mas logo se apoderavam dele, as palavras de Lucius e as últimas por Severus. "sim, valia a pena..." o que teriam apostado?
Depois de um longo tempo chorando e uma dor de cabeça imensa, acabou dormindo.
Uns golpes na porta o acordou. Não sabia quanto tempo esteve dormindo. Levantou-se, limpando a cara das lágrimas, e abriu a porta.
- Vamos, Harry, tem que comer algo.
- Não tenho fome, Remus.
- Venha, todo mundo está perguntando por você. Se não descer, com certeza virão ver o que te passou e terá que dar-lhes explicações.
- De acordo – disse sem muito entusiasmo. – Mas espere que me arrume um pouco, não quero descer sozinho.
- Tudo bem. – entrou no quarto para esperar o garoto.
- Já estou pronto – desceram em silêncio pelas escadas.
- Não quer saber o que nos disse Severus? – Harry o olhou. Por um lado se morria por saber, mas por outro era melhor que não soubesse.
- Não, não quero. E por favor, não me fale dele.
- Como queira. – chegaram ao Grande Comedor. Inconscientemente, o garoto, olhou toda a mesa de professores buscando a um em particular. Quando o divisou, seu coração parou. Seus olhares se cruzaram, mas o grifinório o afastou e se sentou ignorando-o completamente.
A janta passou sem inconvenientes. Harry não levantou o olhar do prato. E não estava nada disposto a conversar com Snape.
- Bom, Harry, quando vai conversar com Severus?
- Nunca.
- Acho que tem que fazer – levantou-se e se dispôs a ir embora.
- Harry, dentro de uma hora em meu escritório – o diretor tinha um sorriso em sua cara. O moreno assentiu e se foi.
"O que estará tramando esse velho?" se disse, enquanto subia a seu quarto.
A hora tinha passado. Arrumou-se e foi ao escritório de Dumbledore.
Entrou, olhou ao seu redor. Ali estavam Albus, Lupin e Snape.
- Bom, rapaz, como sei que não ia conversar com Severus, decidi dar um empurrãozinho.
- Sempre tem que se intrometer?
- Mais respeito, Potter.
- Deixe de dizer isso, Snape. Já não sou uma criança.
- Bom, têm que conversar de muitas coisas.
- Eu acho que não – o tom era muito frio, idêntico ao do professor de poções.
- Pois eu acho que sim, Potter.
- Me dá igual o que acha. E mais, não me importa nem um pouco.
- Vai me escutar por bem ou por mau.
- Não pode me obrigar a isso.
-Vamos Harry, deixe que se explique.
- Remus, não me faça me zangar com você também.
- Olha, Potter... as coisas não são como pensa.
- Você já me disse isso.
- O que Lucius te disse é... – de repente a porta se abriu.
- Me chamava, Severus? – todos estavam assombrados.
- O que faz aqui? – perguntou Snape.
- Pois esclarecer as coisas. Dizer a Potter que você é meu.
- Está louco. Quantas vezes tenho que te dizer...
- Sshhhh. Vou dizer com uma canção.
- Lucius este não é o momento nem o lugar. Será melhor que vá embora.
- Mas Albus, vai te encantar.
Malfoy fez um movimento com a mão e uma música começou a soar. O loiro começou a cantar e contorcer-se ao som da música. As caras de todos eram um poema. Snape olhava a Harry e a Lucius, com cara de poucos amigos, como Potter.
- Diga-lhe
Diga-lhe que dançando te conheciii
(Conte-lhe)
Diga-lhe que está noite quer me veeer
(Conte-lhe)
Conte-lhe que beijo melhor que eleee
(Conte-lhe)
Diga-lhe que está noite você vai me veeer
(Conte-lhe)
Conte-lhe que te conheci dançando
Conte-lhe que sou melhor que ele
Conte-lhe que te deixo louco
Conte-lhe que não o quer ver
(repeat)
Verso 1
É que talvez foi a noite que te traiu
Foi o perfume da minha pele que te cativou
Que já não tem desculpa para sua traição
Que entenda meu motivo
Que entre em razão
Que talvez lhe fale no ouvido como não mais
Ou em minha alma de fogo da paixão
Já não minta mais e lanceseu erro
E se por mim não pede perdão
DIGO
Restou de dia que o perdoe
Que o esqueça ou o abandone
Porque chorando não se compõe
Então olhe-me outra noite
Outra outra noite outra
(Ai que eu não te quero)
Outra outra noite outra
(Embora volte com ele)
Outra outra noite outra
(Conte-lhe conte-lhe)
Outra outra noite outra
(Que beijo melhor que ele)
Outra outra noite outra
(Conte-lhe conte-lhe)
Outra outra noite outra
Conte-lhe que te conheci dançando
Conte-lhe que sou melhor que ele
Conte-lhe que deixo louco
Conte-lhe que você quer me ver
(repeat)
Verso 1
Outra outra noite outra
(Ai que eu não te quero)
Outra outra noite outra
(Embora você volte com ele)
Outra outra noite outra
(Conte-lhe conte-lhe)
Outra outra noite outra
(Que beijo melhor que ele)
Outra outra noite outra
(Conte-lhe conte-lhe)
Outra outra noite outra
Lucius enquanto cantava se movia por toda a habitação. Agitando seus braços para cima e baixo, indicando a Harry. O ritmo era muito pegajoso e era difícil ficar quieto. Harry e Severus estavam a ponto de assassinar a Lucius.
Quando terminou ninguém falou.
- Olha menininho, Severus me quis, me quer e vai me querer para sempre. Entende?
- Lucius cale-se.
- Não, Sev, ele tem que compreender que é e só será um divertido brinquedo, sobretudo para você.
- Como volte a falar, te juro que não respondo – o tom era muito frio e ameaçador.
- Venha... vamos. Não tem porque lhe dar explicações.
- Nisso estamos de acordo – por fim falou. – Não tem que me dar explicações e tampouco as quero.
Foi-se, agora sim que estava decidido a abandonar o colégio. Não parou, apesar dos gritos de Dumbledore, Lupin e Snape.
Estava pronto, já que não tinha desfeito o baú. Só faltava sua firebolt.
"Merda, Snape a tem, em que momento a deixei em seu escritório" desceu e se encontrou com Remus.
- Remus, vou embora.
- Sei, vou sentir muita saudade – o abraçou com força.
- E eu de você.
- Está seguro? Não deixou que Severus se explicasse.
- Não quero suas explicações. Posso te pedir um favor?
- Claro.
- Pode descer até as masmorras e pegar minha firebolt?
- Não.
- Mas...
- Desça você – sorriu maliciosamente.
- Está bem – vendo que não ia convencê-lo se foi.
Estava se aproximando ao escritório, todos seus nervos se apoderaram dele.
Em frente a porta chamou, temia que Snape abrisse.
- Adiante – a voz de seu ex-professor lhe produziu uma cosquinha no estômago.
Respirou profundamente, abriu e entrou. Toda a habitação estava às escuras. Não podia ver nada. Pegou sua varinha para fazer um Lumus, mas uma mão o impediu. Quis ir embora, mas não o deixou. O abraçou fortemente, impedindo-o de mover-se. O cheiro que desprendia era familiar. O reconheceu em seguida, era daquele homem, o do último encontro. Relaxou-se e abraçou-se a esse corpo que lhe transmitia proteção e carinho.
Tudo estava escuro, como no quarto do hotel. Não se via nada, pelo que os sentidos se aguçaram. O olfato recebia o cheiro daquele perfume tão conhecido. Aquele que o fazia se sentir vivo. O tato, que foi retido pelas algemas, pode tocar aquele rosto, aquele cabelo, aquele corpo que tanto ansiava. O sabor, voltou a provar aquela maravilhosa boca, convertendo as vibrações do ar, em um Harry, doce, melodioso... creu esvaecer-se. E por último o quinto sentido, a visão, encontrou uma tênue iluminação sobre aquele rosto de feições duras... tudo cobrou sentido.
Era ele, não tinha dúvida. Esse homem, que agora o abraçava e o olhava fixamente a seus olhos, era o mesmo ao que se entregou no quarto do hotel.
Um enorme sorriso, acompanhado de duas solitárias lágrimas se achavam em seu rosto.
- Severus – apenas se ouviu, era um sussurro cheio de amor.
- Harry – o mesmo tom com diferentes letras, mas também cheio de amor.
- É você – apenas podia acreditar. Do ódio ao amor, do amor ao ódio e do ódio ao amor. Assim foi sua vida afetiva.
- Sim, sempre eu... junto a você – não tinha mais que dizer, as palavras sobravam, ou, melhor dito, não as tinham para expressar o que sentiam.
Fundiram-se em um beijo, pausado, tranqüilo, conseguindo que por um momento o tempo parasse. Seus lábios, juntos, saboreando-se. Era a única coisa que importava.
Juntaram-se em um mais profundo, agora saboreando a boca do outro. Demonstrando a cada carícia como um precisava do outro.
Amor, isso era o que queriam demonstrar, o que queriam sentir e estavam conseguindo. Os braços entrelaçados, esperando ser um só, desejando-o.
Snape, voltava a fazer gala de sua experiência, depositando pequenos beijos, doces toques sobre o pescoço do jovem. Harry se deixava levar, não podia demonstrar o quanto amava esse homem de outra forma.
Outra vez no escuro, caminharam sem separar-se até a cama. Devagar, tranqüilos, sentindo cada milésimo.
Deitaram sobre o colchão fofo.
- Severus – voltou a gemer o rapaz.
- Sinto muito eu...
- Shhh, só quero que me ame, que esteja junto a mim... Sempre.
- Sempre... – repetiu o adulto, o beijou, suas bocas se fundiram em uma só. De repente o moreno de olhos verdes se afastou. – O que foi? – disse preocupado.
- Acende a luz, quero vê-lo. Ver cada expressão, cada parte de seu corpo... Retê-las em minha memória... não como a última vez. – Snape assentiu e acendeu algumas velas. A habitação ficou com uma tênue iluminação. – Perfeito. – sorriu e voltou a beijar aqueles lábios que tanto desejava.
Severus começou a tirar-lhe a camiseta lentamente, deixando o torso descoberto. Beijou cada parcela de pele, com cuidado, com amor. Harry tirou sua túnica, saboreando seus ombros, tocando as costas, com suaves carícias. Seguiram pelas calças, descendo-os devagar, junto com a cueca. Os dois estavam nus, contemplando-se. Era distinto a outra vez, era uma demonstração de seu amor, sem máscaras, sem disfarces, mais nada de mentiras, sem sentimentos ocultos.
O professor de poções se introduziu devagar no rapaz. Desfrutando de seu calor, de sua respiração, de suas carícias e palavras de amor. Os movimentos eram compassados, rítmicos, como os de uma coreografia. Naquele momento souberam que seus corpos estavam feitos um para o outro, que suas almas eram na verdade uma só.
Os movimentos aceleraram, mas não eram violentos. Os dois respiravam com dificuldade. No momento do clímax se olharam aos olhos, sem afastar o olhar.
Com um empurrão mais os dois jogaram sua essência no outro, marcando-se como amantes, confidentes, amigos, namorados...
Deitaram, sem deixar de se observar. Harry se acomodou entre os braços de Severus.
- Te amo – disse sem medo, pela primeira vez em sua vida.
- Eu também te amo, Harry – voltaram a se beijar. – Tenho que te contar algumas coisas.
- Já não importa. Só quero estar assim... com você... toda minha vida.
- Merece uma explicação. Me deixe dá-la – o rapaz assentiu. – Primeiro queria te pedir... – era difícil dizer essa palavra – desculpa.
- Desculpa aceita – sabia que lhe resultava difícil dizer isso.
- Também queria dizer que entre Lucius e eu não há nada – o simples nome fez que se retirasse um pouco de seus braços, o qual Snape notou. – Faz muito tempo que não estou com ele. Não tive nenhum contato desde que me apaixonei por você. Tudo o que disse era mentira.
- E então... – perguntou incorporando-se.
- Sobre a aposta, reconheço que fui um estúpido. Não devia ter feito, mas me deixei levar por Lucius. Queria lhe demonstrar que você me amava tanto como eu a você. Esse era o prêmio da aposta, seu incondicional amor por mim, como o meu por você. Eu sabia dos seus sentimentos por mim. – Harry abriu os olhos como pratos. – Sim, me disseram Albus e Lupin, o dia que decidíamos seu castigo. Por isso escolhemos por este castigo. Eu ia ser seu último encontro. Ia te pedir que formalizássemos uma relação. Mas tudo se complicou. – contou olhando-o aos olhos.
- Como Malfoy sabia o que passou ontem. – perguntou envergonhado.
- Olhou em meu pensadeiro. Sinto ter te causado tanto sofrimento.
- Tudo já está esclarecido. Só te peço uma coisa.
- Diga, daria qualquer coisa para ficar vendo seu sorriso por toda a minha vida. – Harry o olhou alucinado.
- Tem certeza que é Snape verdade? – disse com um sorriso.
- Sim, senhor Potter. – esse tom de voz, sobre seu sobrenome, o demonstrava.
- Quero que sejamos um casal, não um simples caso. Como você disse, formalizar.
- Claro – sorriu abertamente. – Mas, lembre-se senhor Potter, continuo sendo o odiado professor de poções, de portas para fora.
- Da porta para dentro é o que me interessa. – respondeu fundindo-se em um beijo.
o. o. o. o. FIM o. o. o. o.
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NB: Acabo... Que penita. Quem quer jogar o Luci num manicômio depois dessa musiquinha dele levanta a mão(Miyu levanta a mão). Foi sinistro. Sabem, a língua portuguesa é bem esquisita. Pensar que creu é um conjugação do verbo crer... Só lembro daquela música bizarra. Outra coisa bem admirável. Algemas em espanhol é esposas. Quem determinou isso não devia gostar muito da mulher... Espero que tenham gostado tanto quanto eu dessa fic. Beijos para todos!! E até a próxima!
Miyu Amamyia
NT: Lindo!! Ai!! Finalmente o Harry e o Sev ficaram juntos, depois dos encontros esquisitos do Harry e do Lucius querendo estragar tudo. Todos viveram felizes para sempre... (ou até que alguma coisa faça esses dois brigarem, o que não seria difícil com o gênio dos dois). E concordo totalmente com vc Miyu essa música do Lucius foi sinistra / ai que meda!!/. Espero que tenham gostado da fic tanto quanto eu. Pois a Nit está de parabéns por ter escrito uma fic tão boa quanto essa.
Agradeço a todos os leitores que acompanharam cada capítulo da história.
Agradeço também as minhas betas Bibiss, Miyu Amamyia, POTOlover e Tety Potter-Malfoy. E também May Malfoy Snape, Mika Crispy, Natii, Srta Potter, Vivvi Prince Snape, Anastacia Snape, Jeuu, TONKS BLACK2, Ju K.Lender, POTOlover, Jad' Malfoy, M!m!k, Srta. Kinomoto, Lili Lupin, naj, St. Luana, Ana e Nina Marina que mandaram reviews maravilhosos e que sempre me incentivaram a continuar traduzindo a fic. E a Ana Loks, Jeuu, Lady Mallory L. Black Malfoy, Manda-chan43, Mathew Potter Malfoy, Meiko Kimura, Natii, Nayara Vanni, Nina Marina, POTOlover, Srta Potter, St. Luana, TONKS BLACK2, Vivvi Prince Snape, amdlara e kika princess que colocaram esse fic incrível da Nit em sua seção de favoritos; e a Drix Potter Malfoy, Gika Black, Ju K.Lender, Juh Yagami, Lady Mallory L. Black Malfoy, Lien Li, Mika Crispy, Nina Marina, POTOlover, Srta Potter, TONKS BLACK2 e Vivvi Prince Snape que colocaram a fic em sua seção de alertas.
Enfim...
MUITO OBRIGADA A TODOS!!
Aaaaiiii!! Eu não me agüento!! Por isso tenho que contar pra vcs agora qual fic substituirá essa. A próxima fic será Harry/Draco e é uma tradução da Angeli Murasaki que me cedeu os direitos de traduzir sua fic Alianza. Vamos assim dizer que é uma fic de época que possui 17 capítulos, ou seja, já está terminada. Dos 17 capítulos 3 já estão traduzidos e estarei começando a subi-la daqui a umas 2 ou 3 semanas. Espero que me acompanhem na tradução de mais essa fic.
E agora sim...
Até a próxima atualização!!
Bjus
Allexa Black